Ciclo: Clandestinas, Dissidentes, Marginais: As mulheres e as lutas urbanas

A convite do coletivo  Arrua  nosso coletivo participou no dia 25 de outubro as 19:00 hs    do debate  do Ciclo: Clandestinas, Dissidentes, Marginais: As mulheres e as lutas urbanas.

Convidades:

SYMMY LARRAT, coordenadora do programa Transcidadania da Prefeitura Municipal de São Paulo e ativista trans
JOBANA MOYA, ativista da Equipe de Base Warmis – Convergência das Culturas, coletivo que integra a Frente de Mulheres Imigrantes e a FIRI – Frente Independente de Refugiados e Imigrantes.
MARA LUCIA SOBRAL, catadora, fundadora da Cooperativa Granja Julieta

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Sobre o ciclo CLANDESTINAS, DISSIDENTES, MARGINAIS: As mulheres e as lutas urbanas
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Pensar na luta política a partir da vida cotidiana e das relações sociais, da fabricação silenciosa dos sentidos de pertencimento, da produção de outras linguagens para falar de um mundo no qual sempre fomos clandestinas, dissidentes, marginais. A proposta do ciclo de debates CLANDESTINAS, DISSIDENTES, MARGINAIS: As mulheres e as lutas urbanas é pensar a “política no feminino”, não nos situando apenas nas grandes estruturas institucionais, mas refletindo sobre outras formas políticas que nos permitam escapar das armadilhas de uma política masculina e patriarcal.

O feminismo vem dando visibilidade para aspectos tradicionalmente excluídos do debate político: o mundo da reprodução, a prática dos cuidados, a produção do corpo, a escuta intransigente, a produção de linguagens dissidentes, a possibilidade de ser afetadx pelas diferenças. Existe um feminismo possível capaz de fazer frente ao avanço do capitalismo aos nossos corpos e territórios? Como é possível pensar a crise (urbana e política) que vivemos a partir de uma política feminista? O feminismo pode se liberar das questões de “gênero” apenas para se constituir como a matriz central de outra política, outras práticas de resistência e de organização?

Para responder a essas questões, convidamos mulheres com histórias de práticas e experiências ativistas para um espaço de trocas e reflexão sobre as possibilidades de resistência e o novo terreno da luta contra o avanço neoliberal — identificado por muitas feministas na América Latina como responsável pelo esgarçamento das redes de proteção comunitárias, o enfraquecimento das relações coletivas e a produção contínua de uma atomização social que produz, incessantemente, uma paisagem social e urbana marcada pela “guerra de todos contra todos”.

Texto: Coletivo Arrua

Fotos:  Paula Andrea Rodriguez ( Equipe de Base Warmis-Convergência das Culturas)

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