OFICINA DE TULLMAS

 

oficina tullmas

 A oficina de tullmas   foi realizado com a profesora e Warmis Mariela Pizarro (chilena) no dia  07 de abril  na Sala da Área educativa do Centro Cultural São Paulo .

As tullmas são feitas a mão de lã de ovelha ou de llama utilizadas para enfeite do cabelo de mulheres andinas.

Esta oficina faz parte de nosso Projeto de intercambio intercultural e diálogo entre as culturas  como um caminho para a Não Discriminação, são oficinas gratuitas realizadas por imigrantes de forma voluntaria.

OFICINA DE TULLMAS- mulheres imigrantes
Cartaz:  Murillo Jaksys

Foto: Andrea Carabantes

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Segundo encontro oficina de bordado para mulheres imigrantes

oficina de bordado para mulheres imigrantes

As oficinas de bordado buscam criar um espaço de encontro e intercambio intercultural entre as mulheres imigrantes, ao mesmo tempo que as capacita  com técnicas de bordado como uma ferramenta de autonomia econômica.  As crianças que acompanham a suas mães participam de atividades com nossas voluntárias durante o tempo que dura a oficina.

Nesta oficina os materiais são fornecidos de forma gratuita,  a professora Gabriella Lombardi ensina as técnicas de bordado como voluntaria. O projeto conta com o apoio da Associação Padre Bento que organiza a Feira da Praça Kantuta.

Durante as oficinas  são introduzidos e discutidos temas e materiais de apoio  sobre informações de interesse para as mulheres imigrantes (saúde, educação, direitos, etc) como forma de empoderamento facilitando o acesso a informação.

Os encontros são realizados  uma vez por mês no primeiro domingo as 15 hs na Praça Kantuta.

segundo encontro:

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Fotos: Isabella Bono

           Andressa Medeiros

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Primeiro encontro oficina de bordado para mulheres imigrantes

oficina bordado mulheres imigrantes

As oficinas de bordado buscam criar um espaço de encontro e intercambio intercultural entre as mulheres imigrantes, ao mesmo tempo que as capacita  com técnicas de bordado como uma ferramenta de autonomia econômica.  As crianças que acompanham a suas mães participam de atividades com nossas voluntárias durante o tempo que dura a oficina.

Nesta oficina os materiais são fornecidos de forma gratuita,  a professora Gabriella Lombardi ensina as técnicas de bordado como voluntaria. O projeto conta com o apoio da Associação Padre Bento que organiza a Feira da Praça Kantuta.

Durante as oficinas  são introduzidos e discutidos temas e materiais de apoio  sobre informações de interesse para as mulheres imigrantes (saúde, educação, direitos, etc) como forma de empoderamento facilitando o acesso a informação.

Os encontros são realizados  uma vez por mês no primeiro domingo as 15 hs na Praça Kantuta organizado pelo nosso Equipo de Base Warmis.

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Fotos: Andressa Medeiros

            Mariela Pizarro

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Lakitas Sinchi Warmis: Mulheres que Sopram Ventos

lakitas sinchi warmis

O projeto “LAKITAS SINCHI WARMIS: Mulheres que sopram ventos”, selecionado no Edital VAI 2016  terá início em um encontro no dia 15 de maio, na Praça da Kantuta, próxima a estação de metrô Armênia, Zona Norte da capital paulista.

Lakitas Sinchi Warmis, literalmente ”mulheres fortes” em quechua, é uma comparsa de lakita composta exclusivamente por mulheres imigrantes ou filhas de imigrantes.

Os povos andinos são conhecidos por suas cores vibrantes e musicalidade própria, marcada por diversos instrumentos de sopro, percussão e corda. A lakita é um dos estilos desenvolvidos por essas populações, em que uma única melodia vai sendo tecida com a entrada de diversas instrumentos. Primeiramente, a entrada de um sopro, Ira, que é o guia, seguido de outro sopro, o Arca – esses são também os nomes dos respectivos instrumentos. A Arca e a Ira se complementam no som, sendo assim uma representação de sororidade através da música, e mostra a complementação nos olhares de cumplicidade de quem é arca junto a quem é Ira.

 Este estilo de instrumentação se desenvolve ao longo de toda a Cordilheira dos Andes, encontrando suas origens na música da zona altiplánica da Bolívia, Oruro, Cochabamba e a capital, La Paz; especialmente das Sikureadas, Sikus, música que também é composta principalmente por Zamponhas.

Um estilo tradicionalmente masculino que foi tomado pelas mulheres nos últimos anos como forma de resistência.

Assim, ao desmistificar e ultrapassar essa imposição cultural que separa quem pode ou não pode participar, mulheres terão a oportunidade de, juntas, aprenderem a arte da música andina e se sentirem parte dela. O contato com a melodia e a interação com as participantes certamente libertará memórias afetivas das imigrantes que deixaram sua terra natal, bem como incorporará cultura nativa em filhas de imigrantes que nasceram no Brasil, mas muito pouco sabem a respeito de suas origens.

O encontro faz parte de um projeto selecionado pelo Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais (VAI), da Prefeitura de São Paulo, e pretende, em um primeiro momento, reunir interessadas para depois ensiná-las tanto a construir os instrumentos como a tocá-los, espalhando ventos de uma identidade cultural que merece ser fortalecida e divulgada. Interessadas em fazer parte do grupo de Lakitas devem comparecer a este primeiro encontro, que tem o objetivo de reunir o grupo e introduzir o objetivo do projeto.

O que: Encontro de Formação do Grupo de Lakitas

Onde: Praça Kantuta (Rua Pedro Vicente, S/N – São Paulo), próximo ao metrô Armênia

Horário: 16 horas

Mais informações:

Evento no Facebook – www.facebook.com/events/1218264331559139/

E-mail para contato – contato@warmis.org

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Mídia Livre e Migração: O Olhar Humano na cobertura da migração e do refúgio

Midia Livre e Migração

 A Equipe de Base Warmis – Convergência das Culturas e a Agência Internacional de Notícias Pressenza organizam painel sobre como a mídia livre cobre os eventos relacionados a migração e refúgio, seguido de debate.

Este evento integra a Semana Latinoamericana de Mídia Livre: Respostas Humanizadoras para os Novos Tempos.

Os eventos são gratuitos, mas precisam de inscrição prévia no link http://assista.quatrov.com.br/w/1e2ezlpe5nDKIrA84ec9-4a804

O evento no facebook:
https://www.facebook.com/events/1539560356343940/

Painelistas:
• Antonio Andrade (imigrante boliviano) – Editor do Planeta América Latina, portal de notícias relacionadas à migração, cultura e diversidade.
• Ricardo Arias (imigrante colombiano) – Editor da Pressenza em Paris.
• Denise Cogo – Professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM-SP. Autora da Pesquisa “Mídia, interculturalidade e migrações contemporâneas”
• Rodrigo Borges Delfim – Jornalista. Editor do blog Migramundo
• Andrés Espinoza (imigrante boliviano) – Comunicador da Rádio Imigrante El Merengue de la Tarde

Moderadora:
Equipe de Base Warmis – Convergência das Culturas

Organização:
Equipe de Base Warmis – Convergência das Culturas e Agência Internacional de Notícias Pressenza

Apoio:
Centro Universitário Belas Artes

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O quê? Painel, seguido de debate, sobre como a mídia livre cobre os eventos relacionados a migração e refúgio.

Quando? Quarta-feira, 23 de março às 19h.

Quanto? Entrada livre

Onde? Sala Stadium, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Rua Doutor Alvaro Alvim, 90, 04018-010 São Paulo
 Mídia Livre e Migração:  O Olhar Humano na cobertura da migração e do refúgio

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Online petition calls for gender equality at the World Social Forum on Migration 2016

Online petition calls for gender equality at the World Social Forum on Migration 2016

Online petition calls for gender equality at the World Social Forum on Migration

The Immigrant Women Front of São Paulo, which join together various collectives of immigrant women and civil society, is requesting through an online petition, a concrete commitment to gender equality at the World Social Forum on Migration in 2016, to be held in São Paulo- Brazil, in July this year.

In addition, the petition calls for the inclusion of gender discussion, theme of particular relevance in this forum.

Click here:

Petition

Photo  by: El Guia Latino

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Petición on-line por la equidad de género en el Foro Social Mundial de las Migraciones 2016

Petición on-line por la equidad de género en el  Foro Social Mundial de las Migraciones

Petición on-line por la equidad de género en el Foro Social Mundial de las Migraciones

 

El Frente de Mujeres Inmigrantes de San Pablo, frente que agrupa diversos colectivos de mujeres inmigrantes y sociedad civil, esta solicitando, mediante una petición on-line, un compromiso concreto con la equidad de género en el Foro Social Mundial de las Migraciones 2016, que será realizado en San Pablo-Brasil, en julio del presente año.

Además, la petición pide por la inclusión de la discusión de género como tema de especial importancia en este Foro.

Firme y Apoye clicando aqui:

Petición

 

Créditos Imagen: El Guia Latino

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Petição online pede pela equidade de gênero no Fórum Social Mundial de Migrações 2016

Petição online pede pela equidade de gênero no Fórum Social Mundial de Migrações 2016

Petição online pede pela equidade de gênero no Fórum Social Mundial de Migrações

A Frente de Mulheres Imigrantes de São Paulo, frente que agrupa diversos coletivos de mulheres imigrantes e sociedade civil, está solicitando, a través de uma petição online, um compromisso concreto com a equidade de gênero no Fórum Mundial Social de Migrações 2016, que será realizado em São Paulo- Brasil, em julho deste ano.

Além disso, a petição pede pela inclusão da discussão de género como tema de especial relevância neste fórum.

Assine clicando  aqui:

Petição online

 

Créditos Imagem: El Guia Latino

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Imigrantes as vozes silenciadas

comunidade imigrantes

Como mulher, imigrante e ativista não são poucas as situações nas quais me sinto desvalorizada e invisível.

 Só para ilustrar  vou relatar uma situação recente, nosso Equipe de Base foi convidado a participar de una mesa de fechamento, no dia dos Direitos Humanos. de um curso sobre migrações. A organização encaminhou os requisitos:

 Enviar, por email, a Proposta de Trabalho, preenchida e assinada, verificando os campos em vermelho e completando o documento anexo.

- Enviar, por email, a Declaração de Tributos Mobiliários, preenchida e assinada;

- Enviar, por email, cópia dos seguintes documentos:

  1. Comprovação da sua titulação, seja diploma, certificado ou ata de defesa de tese;
  2. Da cédula de identidade;

III.        CPF;

  1. De curriculum Lattes ou Vitae
  2. Comprovante de residência recente (um dos últimos três meses)/PIS/PASEP Nº

Inscrição   no   InstitutoNacional de Seguro Social–   INSS   –   Número   deinscrição do Trabalhador -NITNº 

Banco/Agencia/ número de conta corrente

No nosso caso não temos como comprovar o item I (motivo por o qual não participamos, não cumpríamos os requisitos), e acredito que poucos imigrantes ativistas cumprem todos os requisitos.  Claro que a participação seria renumerada e por esse motivo solicitaram tudo isso para comprovar pagamento.

Teríamos participado sem pagamento (tudo o que fazemos é de forma gratuita), porém não se deu essa opção. Mas, também seria justo?

 Questão N°1:

 Porque se são eventos, cursos que tem um discurso de inclusão, valorização, etc. para  os imigrantes, tem requisitos tão burocráticos?  Pasmem, é difícil na prática ter uma conta corrente para os imigrantes.

 Comprovante de residência é outro item  complicado porque os imigrantes muitas vezes não reúnem todas as condições para alugar sozinhos então alugam entre vários ou encontram outras formas (sei que é aceito como comprovante um  escrito que diga onde você mora, porém nem imigrantes residentes faz muitos anos conhecem essa opção)

 PIS/Pasep  outro item difícil.

Os imigrantes estamos em situação vulnerável, precisamente porque existe muita burocracia para regularizar nossa situação e é por isso que não conseguimos nos inserir como cidadãos (nem sequer temos direitos políticos).

 Questão N°2:

 Nada contra acadêmicos, porém esse olhar de só valorizar o acadêmico e desvalorizar o conhecimento empírico dos imigrantes ativistas, ou ativistas em geral, me chama muito a atenção. Porque não pode se dar o seu devido valor a esse conhecimento fruto da experiência? Há muitas pessoas que são convidadas a falar sobre os imigrantes porque fizeram algum trabalho sobres nós e parecesse que  sua fala tem mais valor que a fala dos próprios imigrantes. Só lembrando que  muitos desses trabalhos acadêmicos são fruto  de acompanhar esse trabalho dos ativistas o  fazer questionários que resumem o trabalho de base de anos dos mesmos.

 Acredito que seria muito mais enriquecedor para as mesas de debate se pesquisadores e imigrantes colocassem juntos suas opiniões se complementando.

 Questão N°3:

 Porque vemos tão pouco espaço para os imigrantes se expressar, e quando nos é dado algum espaço por via de regra temos 3 min para falar porque o “tempo esta acabando” e “todos tem que falar”?

 Questão N°4:

 Nossa trajetória, todo o que fazemos como ativistas de forma gratuita não nos da elementos suficientes para ser valorizados e poder colocar o que pensamos nas mesas de debate?

 Incomoda tanto assim o que expressamos?

Reclamamos muito?

 Não gostam de encontrar posicionamentos divergentes a suas afirmações?

 Sínteses

 Recebemos e-mails com pedidos de desculpas por parte da organização pela situação de constrangimento, porque foi isso. Nos foram dados vários motivos para o acontecido que podem ser válidos. Pero não podemos mais deixar passar coisas como essas como fatos isolados, porque não são.

Acontecem uma e outra vez e agora decidimos que vamos a falar publicamente para visibilizar o que temos guardado na garganta e que não podemos falar porque incomoda, fatos como quando fomos violentadas verbalmente por membros do conselho gestor da UBS de Canindé de tal forma que chorei  de raiva por ver outras mulheres brasileiras não fazer nada porque elas eram também vitimas de essa violência e não sabiam como reagir, chorei de raiva de ver meus filhos que estavam comigo expostos a esse maltrato e ainda tive que ver aos “senhores” (foram 2 idosos, o que não justifica seu comportamento) ficar felizes por verme chorar e sair airosos.

Ou como quando minha companheira de coletivo chorou também por ser discriminada e agredida verbalmente por outra mulher brasileira em um espaço de formação de gênero na sua subprefeitura, e ainda depois dita mulher saio falando aos quatro ventos que ela foi discriminada e maltratada denunciando a professora do curso por defender a minha companheira do maltrato.

 Devíamos ter feito BO nos dois casos pero também não estávamos preparadas para isso, ninguém esta preparado para lidar com a violência… preferimos pensar que foi algo isolado que aconteceu e não fazer nada, só esquecer. Porém como ativistas não podemos esquecer que temos que falar e colocar o que esta acontecendo para mudar a situação.

 

 Por:  Jobana Moya (imigrante boliviana, humanista e ativista)

 

 

 

 

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Visita ao Amparo Maternal

 

 

 

No dia 11 de dezembro fizemos uma visita ao Amparo Maternal  para conhecer e falar sobre especificidades do parto nas mulheres andinas e adequação cultural para imigrantes e refugiadas.

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